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Arroz

A Cultura de arroz na Companhia das Lezírias remonta ao princípio do Século XIX.

Em meados do Século XX já produzia 1 milhão de quilos. Neste momento, a evolução verificada nos sistemas de produção permite-nos cultivar em exploração directa cerca de 560 ha e ter uma produção média a rondar os 7500kg/ha, com os mais elevados padrões de qualidade.

Apesar de ser o maior produtor individual, a Companhia considera que não tem dimensão nem estruturas suficientes para implementar um processo industrial de transformação e comercialização de arroz, pelo que decidiu aderir a um agrupamento de produtores - Orivárzea -, contribuindo assim para uma melhor valorização do arroz produzido nesta região (“Bom Sucesso” – carolino e agulha).


Genuína e exclusivamente nacional, a produção de arroz na Companhia das Lezírias beneficia de condições únicas para esta cultura.

Bem no coração do estuário formado pela confluência dos rios Tejo e Sorraia, a zona de produção tem por base as ricas terras de aluvião das Lezírias, e usufrui quer da amenidade do clima mediterrânico temperado, quer também de influências atlânticas. Por outro lado, dado que a região de produção está integrada na Zona de Protecção Especial à Reserva Natural do Estuário do Tejo, o sistema de produção, no que respeita à mobilização dos solos e aos produtos utilizados na sua correcção, é especialmente cuidado, tendo como preocupação a preservação do solo, da avifauna ali existente e de todo o ecossistema envolvente.