Informação


A Coudelaria de Alter está atualmente a passar por um processo de revitalização e reestruturação, encontrando-se em obras, para que os nossos visitantes passem a usufruir de um espaço mais valorizado, condigno e compatível com a importância que tem uma coudelaria como a de Alter.

Assim, e para que a vivência e a experiência daquele espaço fique na memória de todos os que o visitam, vimo-nos obrigados a suspender a visitação no período de 14 a 28 de outubro, sendo retomada a partir do dia 29 de outubro.

Agradecemos a compreensão de todos em prol da valorização da Coudelaria de Alter.


Imagem de Fundo

Áreas de Atividade

Gestão Florestal Sustentável

A principal área florestal da Companhia das Lezírias, na Charneca do Infantado, possui 8.853 hectares, distribuídos pelas quatro principais espécies de árvores da floresta portuguesa. Esta área é composta por:
•    6.570 ha de sobreiro;
•    1.040 hectares de pinheiro bravo;
•    680 hectares de pinheiro manso;
•    560 hectares de eucalipto.

A Companhia das Lezírias tem a sua gestão florestal certificada por uma norma internacional, desde 27/9/2010 (certificado SA – FM / COC – 002659).

A referida certificação evidencia perante a Sociedade e os seus clientes e colaboradores, a sustentabilidade da sua gestão florestal. Este reconhecimento público reveste-se de particular importância, uma vez que a Companhia das Lezírias tem à sua guarda um território com recursos de elevada importância.

É esta floresta que dá suporte aos habitats e a muitas espécies, nomeadamente de aves, que justificam que uma parte importante da “Companhia” (da qual 5.000 ha são de floresta) esteja incluída na Zona de Protecção Especial e no Sítio que farão parte da rede Natura 2000.

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Das cerca de 150 espécies de aves e das 24 de mamíferos que já se observaram na área florestal da CL, têm estatuto de conservação (em perigo, vulnerável, insuficientemente conhecido ou criticamente em perigo):

  • Bútio – Vespeiro (pernis apivorus);
  • Açor (accipiter gentilis);
  • Águia-de-Bonelli (hieraaetus fasciatus);
  • Ógea (falco subbuteo);
  • Noitibó – cinzento (caprimulgus europeus);
  • Noitibó - de – nuca – vermelha (caprimulgus ruficollis);
  • Toirão (custela putorius);
  • Gato bravo (felis silvestris);
  • Rato-de-Cabrera (microtus cabrerae).

Mais onze espécies de outras classes de animais foram já identificadas. Destas, têm estatuto de conservação as seguintes:

  • Enguia – europeia (anguilla anguilla);
  • Boga – portuguesa (chondrostoma lusitanicum);
  • Sapinho-de-Verrugas-Verdes (pelodytes punctatus).

Podem ainda encontrar-se diversos habitats, dos quais quatro possuem estatuto de prioritários:

  • 91E0 – Florestas Aluvionais de Alnus glutinosa e Fraxinus excelcior;
  • 2150 – Dunas fixas descalcificadas atlânticas;
  • 3170 – Charcos temporários mediterrânicos;
  • 4020 – Charnecas húmidas atlânticas temperadas de Erica ciliaris e Erica tetralix.

Os levantamentos de flora realizados recentemente permitiram já a identificação de 335 espécies de plantas vasculares num total de 59 familias. Destas, há a destacar a presença de uma espécie com estatuto de conservação, o Thymus capitellatus e a presença de uma espécie rara, a Elatine brochonii.

Em baixo, disponibilizam-se ao público diversos documentos, relacionados com o processo de certificação, que permitem dar a conhecer diversos aspectos relevantes da gestão florestal e cinegética levadas a cabo.

Documentos Disponíveis